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Archive for the ‘Ecologia’ Category

DICAS DE SUSTENTABILIDADE

Reduza a sua produção de lixo.

Reaproveite antes de descartar

Separe o lixo reciclável do orgânico

Feche a torneira ao escovar os dentes ou fazer a barba

Armazene seu óleo de cozinha usado em garrafas PET

Diminua o tempo do seu banho

Quando um cômodo estiver vazio, apague a luz e desligue os aparelhos elétricos

Revise seus documentos antes de imprimi-los, evitando desperdício de papel

Dê preferência ao envio de arquivos digitalizados por e-mail

Não use a privada como lixo

Pilhas e baterias não devem ser descartadas em lixo comum

Ande menos de carro e mais de caronas,ônibus,metrô,bicicleta ou mesmo a pé!

 

” O PLANETA AGRADECE ”

PLANETA 

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SALVEMOS A ÁGUA DO PLANETA

O texto abaixo é para uma profunda reflexão, e para ser indicado a todos seus amigos, parentes, conhecidos, etc,etc,etc.

Vamos fazer a nossa parte, antes que nossos netos tenham de viver num deserto. 

Carta escrita em 2070

Estamos no ano de 2070, acabo de completar 50, mas a minha aparencia é de alguém de 85.

Tenho sérios problemas renais porque bebo muita pouca água. Creio que me resta pouco tempo.

Hoje sou uma das pessoas mais idosas nesta sociedade.

Recordo quando tinha 5 anos. Tudo era muito diferente.

Havia muitas arvores nos parques, as casas tinham bonitos jardins e eue podia desfrutar de um banho de chuveiro com cerca de uma hora.

Agora , usamos toalhas em azeite mineral para limpar a pele.

Antes, todas as mulheres mostravam a sua formosa cabeleira.

Agora, devemos rapar a cabeça para a manter limpa sem água.

Antes, meu pai lavava o carro com a água que saía de uma mangueira.

Hoje, os meninos não acreditam que a água se utilizava dessa forma.

Recordo que havia muitos anuncios que diziam CUIDA DA ÁGUA, só que ninguém lhes ligava; pensávamos que a água jamais iria terminar.

Agora, todos os rios, barragens, lagoas e mantos aquiferos estão irreversívelmente contaminados ou esgotados.

Antes, a quantidade de água indicada como ideal para beber era oito copos por dia por pessoa adulta.

Hoje só posso beber meio copo.

A roupa é descartável, o que aumenta grandemente a quantidade de lixo; tivemos que voltar a usar os poços sépticos (fossas), como no século passado, porque as redes de esgotos não se usam por falta de água.

A aparência da população é horrorosa; corpos desfalecidos, enrugados pela desidratação, cheios de chagas na pele causados pelos raios ultravioletas que já não tem a capa de ozônio que os filtrava na atmosfera.

Imensos desertos constituem a paisagem que nos rodeia por todos os lados.

As infecções gastrointestinais, enfermidades da pele e das vias urinárias são as principais causas de morte.

A indústria está paralisada e o desemprego é dramático.

As fábricas dessanilizadoras são a principal fonte de emprego e pagamento com água potável em vez de salário.

Os assaltos por um galão de água são comuns nas ruas desertas.

A comida é 80% sintética.

Pela ressequidade da pele, uma jovem de 20 anos está como se tivesse 40.

Os cientistas investigam, mas não há solução possível.

Não se pode fabricar água, o oxigênio também está degradado por falta de árvores, o que diminuiu o coeficiente intelectual das novas gerações.

Alterou-se a morfologia dos espermatozóides de muitos indivíduos, como consequencia há muitos meninos com insuficiências, mutações e deformações.

O governo até nos cobra pelo ar que respiramos.137 m3 por dia por habitante e adulto.

A gente que não pode pagar é retirada das “zonas ventiladas”, que estão dotadas de gigantescos pulmões mecânicos que funcionam com energia solar, não são de boa qualidade mas pode-se respirar, a idade média é de 35 anos.

Em alguns paises ficaram manchas de vegetação com o seu respectivo rio que é fortemente vigiado pelo exército, a água tornou-se um tesouro muito cobiçado, mais do que o ouro ou os diamantes.

Aqui, em troca, não há árvores porque quase nunca chove, e quando chega a registrar-se a precipitção, é de chuva ácida; as estações do ano tem sido severamente transformadas pelas provas atômicas e da indústria contaminante do século XX.

Advertia-se que havia que cuidar o meio ambiente e ninguém fez caso.

Quando a minha filha me pede que lhe fale de quando era jovem, descrevo o bonito que eram os bosques, lhe falo da chuva, das flores, do agradável que era tomar banho e poder pescar nos rios e barragens, beber toda água que quisesse, quão saudável a gente era. Ela pergunta-me: Papai ! Porque se acabou a água ?

Então, sinto um nó na garganta; não posso deixar de sentir-me culpado, porque pertenço à geração que terminou destruindo o meio ambiente ou simplesmente não tomamos em conta tantos avisos.

Agora, nossos filhos pagam um preço alto e sinceramente creio que a vida na terra já não será possível dentro de muito pouco porque a destruição do meio ambiente chegou a um ponto irreversível.

Como gostaria voltar atrás e fazer com que toda a humanidade compreendesse isto, quando ainda podiamos fazer algo para salvar o nosso planeta terra !

 

Documento extraido da revista biográfica ! “Cronicas de los Tiempos” de abril de 2002.   

       

 

       

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Efeito estufa.

Novo relatório do Greenpeace, Mudanças no Clima, Mudanças no Campo: Impactos Climáticos da Agricultura e Potencial da Mitigação, detalha como a agricultura baseada no uso intensivo de energia e produtos químicos provocou um aumento nos níveis de emissão de CO2.

Amesterdã, 8 de janeiro de 2008 – A agricultura é atualmente uma das mais importantes fontes de emissão de gases do efeito estufa e mudanças urgentes precisam ser feitas no modo como a atividade é exercida para torná-la ambientalmente sustentável. Isso é o que conclui o novo relatório do Greenpeace, Mudanças do Clima, Mudanças no Campo.

O relatório foi escrito para o Greenpeace pelo professor Pete Smith, da Universidade de

Aberdeen – um dos autores do mais recente relatório do Painel Internacional sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em ingles) – e é o primeiro a detalhar os efeitos diretos da agricultura nas mudanças climáticas.

“Os impactos da agricultura industrial no clima não podem ser ignorados”, afirma Gabriela Vuolo, do Greenpeace Brasil. “É preciso trabalhar para que o futuro da agricultura seja produzindo alimentos em comunhão com a natureza e a população, e não contra elas”.

O novo relatório do Greenpeace traz detalhes de como a agricultura baseada no uso intensivo de energia e produtos químicos provocou um aumento nos níveis de emissão de gases do efeito estufa, principalmente devido ao excessivo uso de fertilizantes, desmatamento, degradação do solo e criação intensiva de animais.

A contribuição total da agricultura mundial para as mudanças climáticas, incluindo desmatamento para plantações e outros usos, é estimado em algo entre 8,5 bilhões e 16,5 bilhões de toneladas de dióxido de carbono, ou entre 17% e 32% de todas as emissões de gases de efeito estufa provocadas pelo ser humano.

O uso excessivo de fertilizantes é responsável pela maior parte das emissões de gases do efeito estufa, estando hoje em torno de 2,1 bilhões de toneladas de CO2 anualmente. O excesso de fertilizantes provoca a emissão óxido nitroso (N2O), que é algo em torno de 300 vezes mais potente que o CO2 na mudança do clima.

O relatório detalha ainda a variedade de soluções práticas que podem reduzir as mudanças climáticas e que são fáceis de ser implementadas, incluindo aí a redução do desmatamento, do uso de fertilizantes e a proteção do solo.

“Do ponto de vista do clima global, o grande vilaõ é a queima de combustíveis fósseis seguido da mudança de uso do solo, como as queimadas na Amazônia e as atividades agrícolas em geral. No Brasil, essa é a maior parte do problema”, afirmou Luis Piva, coordenador da campanha de clima do Greenpeace. “Ações urgentes são necessárias para que o setor agrícola deixe de ser parte do problema das mudanças climáticas e passe a colaborar com a retirada de carbono da atmosfera e ao mesmo tempo garantir a segurança alimentar”.    
  

  

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Herdamos um único planeta. Mas hoje a Terra é um legado ameaçado, e a própria espécie humana está em risco.

O custo de nossa guerra ao planeta pode ser comparável ao custo de uma guerra mundial.

Existe, ademais, o risco de uma guerra de verdade, em vista da crescente escassez de combustíveis fósseis e recursos naturais e dos entre 150 milhões e 200 milhões de eco-refugiados previstos pelos estudos de futuro.

Esses problemas, entretanto, podem ser vistos mais própriamente como sintomas. O verdadeiro problema é o crescimento material em um mundo finito, identificado já em 1972 em um relatório feito ao Clube de Roma, “Os Limites do Crescimento”.

Em 1972, porém, a humanidade ainda estava dentro de seus limites; hoje, ela já os extrapolou. Esse diagnóstico é confirmado com os dadosque publicamos sobre o rastro ecológico deixado pela espécie humana.

A humanidade ainda pode ser salva? Sim, se conseguirmos combinar crescimento com desenvolvimento sustentável, em lugar de enxergar os dois como contraditórios. Mas como isso pode ser feito? Precisaremos de mais conhecimento, mais contenção, menos matéria, mais concretude e mais, muito mais, ética e política.

Mais conhecimento: muitas pessoas vêem a tecnociência como inimiga. A doença, contudo, contém sua própria cura. Não conseguiremos salvar o planeta e sua hóspede, a espécie humana, a não ser com a construção de sociedades do conhecimento baseadas em educação, pesquisa e visão do futuro. O trabalho da Unesco de compilar um conhecimento global baseado no meio ambiente e no desenvolvimento sustentável vem de décadas, e seus programas cientificos globais para os oceanos, as geociências e a biosfera são reconhecidos como recursos de valor singular.

Mais contenção: devemos inventar novos modos de consumo que desperdicem menos e sejam mais eficazes. Pois, se os padrões atuais de consumo da América do Norte fossem estendidos ao mundo todo, seriam necessários três ou quatro planetas.

Menos matéria: teremos que “desmaterializar” a economia. É provável que seja impossível interromper o crescimento. Teremos, portanto, que reduzir o consumo de recursos naturais e matérias-primas. Esse deslocamento da economia em direção ao material já começou, com a revolução que substitui átomos por bits, que é fundamental para a ascensão das novas tecnologias e das sociedades do conhecimento. A desmaterialização do crescimento poderia, até mesmo favorecer o desenvolvimento do Sul, se o Norte se comprometesse a desmaterializar um pouco mais que o Sul por aproximademente 50 anos.

Mas a maior transformação de nossas sociedades se dará no campo das atitudes. Como poderemos desmaterializar a produção se continuarmos a ser materialistas? Como poderemos reduzir nosso consumo se nosso consumidor interior devora nosso lado cidadão? A resposta está na educação para o desenvolvimento sustentável.

Mais concretude: serão necessários projetos concretos realistas para cobrir o abismo entre a utopia e a tirania do curto prazo. Tome-se o caso da biodiversiodade. Para salvaguardar as 34 zonas ecológicas prioritárias, que cobrem apenas 2,3% da Terra, mas contém 50% das espécies conhecidas de plantas vasculares e 42% dos mamíferos, aves, répties e anfíbios, o custo é avaliado em cerca de US$ 50 bilhões, menos de 0,1% do PIB global.

Um contrato natural: tivemos um contrato social, que interliga as pessoas; agora precisamos nos conectar com a natureza. Como já protegemos espécies ameaçadas e parques naturais, devemos pouco a pouco ir reconhecendo que a natureza encarna direitos legítimos. A visão de futuro será uma condição prévia imprescíndivel à verdadeira democracia do futuro.

A ética do futuro fornecerá o vínculo entre crescimento e desenvolvimento sustentável.

Koichiro Matsura, Economista e Diplomata Japônes, é Diretor Geral da Unesco.    

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